Crediário próprio para ótica

Crediário próprio é a venda parcelada em que a ótica financia o cliente no próprio nome, sem banco no meio. No ZF System, o contrato nasce no PDV, com entrada, parcelas, juros e limite por cliente, o carnê sai em A4 ou na bobina, e o cliente paga cada parcela por Pix ou boleto pelo link do carnê.

Como o crediário funciona, do balcão ao último canhoto

A venda parcelada, a assinatura, o pagamento e a cobrança no mesmo lugar, sem caderno de fiado e sem planilha de quem pagou.

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    A venda vira contrato no PDV

    O vendedor escolhe a entrada, as parcelas e a data da primeira. A tela mostra o valor de cada parcela e recusa, antes de fechar, o que passa do limite do cliente.

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    O cliente assina e leva o carnê

    A assinatura é eletrônica, no balcão ou por link. O carnê sai em folha A4 ou na impressora de bobina, com o aviso de atraso nos percentuais da loja.

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    Ele paga onde for mais fácil

    No balcão, em qualquer forma, com recibo, ou pelo link do carnê, gerando o Pix ou o boleto da parcela. O que é pago pelo link dá baixa sozinho.

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    A régua lembra e cobra

    Com a régua ligada, o lembrete sai antes do vencimento e a cobrança nos dias de atraso que a loja escolheu, pelo Chat WhatsApp, com o valor já atualizado.

Carnê, Pix ou boleto: como o cliente paga a parcela

Boa parte do atraso pequeno não é falta de dinheiro, é não saber como pagar naquele dia. Por isso o cliente tem três caminhos.

Carnê impresso

Quatro canhotos por folha A4, ou um por parcela na bobina térmica. Traz a parcela, o valor, o vencimento e, quando a loja cadastra, a chave ou o QR Code do Pix dela.

Link do carnê

O cliente abre no celular, vê o que está em aberto e gera o Pix ou o boleto da próxima parcela ou de todas. O CPF aparece mascarado, e juros de atraso já entram no valor.

Recibo de cada pagamento

Um recibo por recebimento, em bobina ou A4, e com página própria para mandar por link. O pagamento parcial sai carimbado como parcial, para não ser lido como quitação.

O que o crediário do sistema faz pela ótica

Vender a prazo sem perder o controle de quem deve, quanto e desde quando.

Limite que trava a venda

O financiado não passa do limite disponível do cliente: o PDV recusa antes de fechar, e o servidor confere de novo.

Pontuação pelo histórico da loja

De 0 a 100, com o que o cliente já pagou em dia, atrasou e quitou na ótica. Cliente novo começa no meio, e o limite automático acompanha.

Juros e multa da loja

Juros do parcelamento, juros por dia de atraso depois da carência e multa, todos definidos pela ótica. A multa fica limitada a 2%.

Sem juros num contrato só

O vendedor pode tirar os juros de um contrato específico, e o sistema guarda quem concedeu. Dá também para deixar a primeira parcela diferente das outras.

Pix e boleto na conta da ótica

Pelo Asaas ou pelo Mercado Pago da própria loja. A baixa entra sozinha quando o pagamento é confirmado, sem ninguém conferir extrato.

Renegociar sem bagunçar o caixa

Mudar um vencimento, refazer o saldo em novas parcelas ou quitar à vista com desconto. Cada uma pede motivo e permissão própria, e o desconto não entra como dinheiro.

Cobrança que fica registrada

Cada lembrete e cada cobrança por WhatsApp ficam na conversa e no contrato. Ninguém cobra de novo, na mão, o cliente que o sistema já cobrou.

Painel do crediário

Quanto a loja tem a receber, quanto está em atraso, o que vence nos próximos 7 dias e o que passou de 30 dias, além do previsto contra o realizado.

Crediário próprio é uma carteira de crédito

Em muita ótica de bairro, o carnê é o que fecha a venda. O cliente precisa do óculos, o valor não cabe no mês e o cartão não tem limite. A ótica parcela no próprio nome e assume o risco, e o óculos, feito para o grau de uma pessoa, não volta para a prateleira se ela sumir.

Por isso o crediário do sistema começa antes da venda: o limite do cliente é conferido na tela, com a pontuação que ele construiu na própria loja. Para quem compra a prazo pela primeira vez, sem histórico nenhum, a ótica pode consultar o CPF no PDV antes de decidir. E depois da venda o trabalho é de rotina, não de memória: lembrar antes do vencimento, cobrar com o valor certo, renegociar quando fizer sentido e saber, a qualquer momento, quanto da carteira está em atraso.

Perguntas frequentes

O que é o crediário próprio na ótica?

Crediário próprio é a venda parcelada em que a ótica financia o cliente no próprio nome, sem banco no meio. No ZF System, o contrato nasce no PDV, com entrada, parcelas, juros e limite por cliente, o carnê sai em A4 ou na bobina, e o cliente paga cada parcela por Pix ou boleto pelo link do carnê.

Onde a ótica define juros, multa e número de parcelas?

Nas configurações do crediário, uma vez para a loja: juros do parcelamento ao mês, juros e multa por atraso, dias de carência, número máximo de parcelas, parcela mínima e dia fixo de vencimento. O padrão é sem juros, e a multa fica limitada a 2%, como manda o Código de Defesa do Consumidor. Na venda, o vendedor escolhe a entrada, as parcelas e a data da primeira, e pode tirar os juros daquele contrato, com o nome de quem concedeu registrado.

Como o carnê do crediário é impresso?

Em folha A4, com quatro canhotos por página, ou na impressora térmica de bobina, um canhoto por parcela. Cada canhoto traz a loja, o cliente, o número da parcela, o valor, o vencimento e o aviso de atraso com os percentuais da própria loja. Quando a loja cadastra a chave ou o QR Code do Pix, eles saem no canhoto. O carnê não tem código de barras: o boleto, quando a loja usa, sai pelo meio de pagamento.

O cliente consegue pagar a parcela sem ir à loja?

Consegue, pelo link do carnê. Ele vê as parcelas em aberto, com valor e vencimento, e gera o Pix ou o boleto da próxima parcela ou de todas. O CPF aparece mascarado. Para isso, a ótica conecta a própria conta do Asaas ou do Mercado Pago, e a baixa entra sozinha quando o pagamento é confirmado. Sem essa conta, o cliente paga pela chave Pix da loja e quem dá a baixa é a ótica.

Como o sistema calcula juros e multa de uma parcela atrasada?

Depois da carência, que por padrão é de 3 dias, entram os juros de atraso por dia, proporcionais à taxa mensal da loja, sobre o valor da parcela, mais a multa de até 2%. A tela já sugere o valor atualizado na hora de receber, e o Pix ou o boleto gerado depois do vencimento sai com a mesma conta. Com juros no parcelamento, a parcela é calculada pela Tabela Price.

Dá para renegociar ou quitar o carnê antes do fim?

Dá, e são operações separadas, cada uma com permissão própria. Mudar o vencimento de uma parcela pede um motivo. Renegociar encerra as parcelas em aberto do contrato e refaz o saldo em 1 a 60 parcelas, com entrada opcional e motivo. Quitar à vista pode ter desconto, que também pede motivo e não entra no caixa como dinheiro recebido. Se havia boleto ou Pix emitido, o sistema cancela o documento antes, para o cliente não pagar duas vezes.

O sistema cobra sozinho o cliente em atraso?

Cobra, quando a loja liga a régua de cobrança. O lembrete sai antes do vencimento, por padrão 3 dias antes, e a cobrança nos dias de atraso que a loja escolher, por padrão 1, 7, 15 e 30 dias, pelo WhatsApp e no horário que a loja definir. Cada mensagem fica registrada na conversa e no contrato. A régua usa o Chat WhatsApp, a ferramenta de WhatsApp oficial do sistema, contratada à parte.

Como o sistema define o limite de cada cliente?

Por uma pontuação de 0 a 100, feita só com o histórico de pagamento do cliente na própria loja: quem paga em dia e quita os contratos sobe, quem atrasa desce, e o cliente novo começa em 50. O limite automático acompanha essa pontuação, e o limite definido no cadastro do cliente vale por cima dele. A venda que passa do limite disponível é recusada no PDV.

O cliente assina o contrato do crediário?

Assina, de forma eletrônica: no balcão, com o dedo na tela, ou à distância, por um link com código de confirmação. O sistema guarda o horário, o endereço de internet e um resumo do PDF assinado, que prova que o texto não mudou depois. As cláusulas do contrato são editáveis pela loja.

O crediário vem no sistema ou é contratado à parte?

Vem no sistema de gestão para ótica: contrato, carnê, link de pagamento, recibo, renegociação e o painel com o que está a receber e em atraso. Ficam por conta da ótica o Chat WhatsApp, contratado à parte, que faz a régua automática, e as tarifas do meio de pagamento, quando ela usa o boleto ou o Pix gerados pelo sistema.

Quer ver um carnê saindo do PDV?

Fale com a equipe pelo WhatsApp. A gente mostra, ao vivo, uma venda no crediário, do limite do cliente ao carnê impresso e ao link de pagamento.